Notícias Terra Santa

Terra Santa. Coordenação dos Bispos: apelo a uma paz justa entre israelenses e palestinos

"A comunidade internacional deve responsabilizar Israel por seu dever moral, legal e humanitário de tornar as vacinas contra a Covid-19 acessíveis aos palestinos na Cisjordânia e em Gaza, e encorajar a cooperação por parte da Autoridade Palestina, acolhendo a mensagem do Papa Francisco de que ‘diante de um desafio que não conhece fronteiras, não podemos erguer muros’", frisam os bispos que também lamentam "a falta de progressos políticos" que continua "corroendo qualquer perspectiva de uma solução pacífica de dois Estados" (aqui).

Síria – Patriarcas das Igrejas do Médio Oriente escrevem a Biden: detenha as sanções contra o povo sírio

Damasco, 22 Jan 2021 – O recém-nomeado Presidente dos EUA, Joe Biden, deve anular o mais rapidamente possível as sanções económicas que estão a esmagar o povo sírio, como uma "punição colectiva injustificável", se não quiser ser cúmplice na "catástrofe humanitária" que já se está a abater sobre milhões de pessoas na Síria, acabando por se tornar outro factor de instabilidade no Médio Oriente. Este é, em suma, o conteúdo da carta-apelo que representantes das Igrejas do Médio Oriente dirigiram ao novo presidente dos Estados Unidos, após a sua nomeação oficial na Casa Branca. A carta, datada de 21 de janeiro de 2021, é assinada pelo Patriarca ortodoxo sírio Mor IgnatiusAphrem II, pelo Patriarca católico Siro IgnaceYussif III Younan, pelo Patriarca católico grego YoussefAbsi e por Michel Absi, secretário-geral do Conselho das Igrejas do Médio Oriente (MECC). Depois de felicitar Biden pelo início do seu mandato como 46.º Presidente dos Estados Unidos da América, os signatários explicam a sua pronta iniciativa com o desejo de uma "resposta urgente" à grave crise humanitária que a Síria atravessa. A carta cita o trabalho de AlenaDouhan, relatora especial das Nações Unidas sobre a questão das medidas coercivas unilaterais que, no final de dezembro, apelou à necessidade urgente de eliminar a rede de sanções que está a infligir sofrimento indiscriminado a todo o povo sírio. Como documenta Alina Douhan, as sanções "tornam a grave situação na Síria ainda mais insustentável, especialmente durante a pandemia do Covid-19, bloqueando a ajuda, o comércio e o investimento necessários para que o sistema de saúde sírio e a economia, funcionem".

 

Entre os trabalhadores humanitários, sublinham os signatários da carta, há um consenso crescente de que "esta forma de punição colectiva infligida a todo o povo sírio está a levar o país para uma catástrofe humanitária sem precedentes". Há dez anos - continua a carta - a Síria era "o celeiro da região", enquanto que já em junho passado, David Beasley, Director Executivo do Programa Alimentar Mundial, teve de reconhecer que metade dos sírios passavam fome. Um desastre que aumenta com o frio do inverno, enquanto o sistema de saúde, destruído durante a guerra, está completamente incapacitado para enfrentar a emergência pandémica.

 

 

"Exortamo-lo, Sr. Presidente", escrevem os assinantes da carta, "a ajudar os sírios a aliviar a crise humanitária que ameaça desencadear uma nova onda de instabilidade no Médio Oriente e não só, segundo as recomendações expressas pelo relator especial da ONU. Acreditamos que os legítimos interesses nacionais dos EUA podem seguir em frente, sem ser necessário punir colectivamente o povo sírio, através de sanções económicas.

 

GV - Agência Fides

Iraque, Sako: esperamos a mensagem de esperança do Papa

O patriarca caldeu, cardeal Louis Raphaël I Sako, faltando poucas semanas para a viagem do Papa Francisco ao Iraque, aborda as várias questões dolorosas que envolvem o país do Golfo. O Iraque não conhece a paz há mais de quatro décadas. Hoje, o retorno do terrorismo, as tensões sociais e a pandemia agravam ainda mais a crise de um país que pede solidariedade, na esperança de voltar à normalidade (aqui).


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"A comunidade internacional deve responsabilizar Israel por seu dever moral, legal e humanitário de tornar as vacinas contra a Covid-19 acessíveis aos palestinos na Cisjordânia e em Gaza, e encorajar a cooperação por parte da Autoridade Palestina, acolhendo a mensagem do Papa Francisco de que ‘diante de um desafio que não conhece fronteiras, não podemos erguer muros’", frisam os bispos que também lamentam "a falta de progressos políticos" que continua "corroendo qualquer perspectiva de uma solução pacífica de dois Estados" (aqui).

Síria – Patriarcas das Igrejas do Médio Oriente escrevem a Biden: detenha as sanções contra o povo sírio

Damasco, 22 Jan 2021 – O recém-nomeado Presidente dos EUA, Joe Biden, deve anular o mais rapidamente possível as sanções económicas que estão a esmagar o povo sírio, como uma "punição colectiva injustificável", se não quiser ser cúmplice na "catástrofe humanitária" que já se está a abater sobre milhões de pessoas na Síria, acabando por se tornar outro factor de instabilidade no Médio Oriente. Este é, em suma, o conteúdo da carta-apelo que representantes das Igrejas do Médio Oriente dirigiram ao novo presidente dos Estados Unidos, após a sua nomeação oficial na Casa Branca. A carta, datada de 21 de janeiro de 2021, é assinada pelo Patriarca ortodoxo sírio Mor IgnatiusAphrem II, pelo Patriarca católico Siro IgnaceYussif III Younan, pelo Patriarca católico grego YoussefAbsi e por Michel Absi, secretário-geral do Conselho das Igrejas do Médio Oriente (MECC). Depois de felicitar Biden pelo início do seu mandato como 46.º Presidente dos Estados Unidos da América, os signatários explicam a sua pronta iniciativa com o desejo de uma "resposta urgente" à grave crise humanitária que a Síria atravessa. A carta cita o trabalho de AlenaDouhan, relatora especial das Nações Unidas sobre a questão das medidas coercivas unilaterais que, no final de dezembro, apelou à necessidade urgente de eliminar a rede de sanções que está a infligir sofrimento indiscriminado a todo o povo sírio. Como documenta Alina Douhan, as sanções "tornam a grave situação na Síria ainda mais insustentável, especialmente durante a pandemia do Covid-19, bloqueando a ajuda, o comércio e o investimento necessários para que o sistema de saúde sírio e a economia, funcionem".

 

Entre os trabalhadores humanitários, sublinham os signatários da carta, há um consenso crescente de que "esta forma de punição colectiva infligida a todo o povo sírio está a levar o país para uma catástrofe humanitária sem precedentes". Há dez anos - continua a carta - a Síria era "o celeiro da região", enquanto que já em junho passado, David Beasley, Director Executivo do Programa Alimentar Mundial, teve de reconhecer que metade dos sírios passavam fome. Um desastre que aumenta com o frio do inverno, enquanto o sistema de saúde, destruído durante a guerra, está completamente incapacitado para enfrentar a emergência pandémica.

 

 

"Exortamo-lo, Sr. Presidente", escrevem os assinantes da carta, "a ajudar os sírios a aliviar a crise humanitária que ameaça desencadear uma nova onda de instabilidade no Médio Oriente e não só, segundo as recomendações expressas pelo relator especial da ONU. Acreditamos que os legítimos interesses nacionais dos EUA podem seguir em frente, sem ser necessário punir colectivamente o povo sírio, através de sanções económicas.

 

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