Evangelho do Dia 20190123

LEITURA 

Hebr 7, 1-3.15-17

«Tu és sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedec»

Nesta passagem afirma-se a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o dos sacerdotes da Antiga Aliança, o sacerdócio levítico; Melquisedec é um rei sacerdote, diferente dos sacerdotes da tribo de Levi, a tribo sacerdotal do Antigo Testamento. O silêncio da Sagrada Escritura sobre a sua origem e os seus descendentes faz pensar num sacerdócio eterno, que é aqui tomado como figura do sacerdócio de Cristo.

Leitura da Epístola aos Hebreus

Irmãos: Melquisedec, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, foi ao encontro de Abraão, quando este regressava vitorioso do combate contra os reis; ele abençoou Abraão e Abraão deu-lhe o dízimo de todos os despojos. O seu nome significa em primeiro lugar «rei de justiça», mas também «rei de Salém», isto é, «rei de paz». Aparece sem pai, nem mãe, nem genealogia, sem princípio de seus dias, nem fim da sua vida; semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. Assim se torna bem evidente que a perfeição não veio por meio do sacerdócio levítico, uma vez que, à semelhança de Melquisedec, surge outro sacerdote instituído, não em virtude de uma lei humana, mas por força de uma vida imortal. É d’Ele que se dá este testemunho: «Tu és sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedec».

 

EVANGELHO segundo São Marcos, 3, 1-6

«Será permitido ao sábado salvar a vida ou tirá-la?»

De novo, Jesus procura fazer compreender o sentido profundo das observâncias religiosas, particularmente do descanso do sábado. Mas, os que O observam e acusam não são bem intencionados, não os move o zelo sincero, mas o ódio. Por isso, eles nunca entenderão nem as palavras nem as acções do Senhor. São voluntariamente cegos. E é este o maior dos pecados.  

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Jesus entrou de novo na sinagoga, onde estava um homem com uma das mãos atrofiada. Os fariseus observavam Jesus para verem se Ele ia curá-lo ao sábado e poderem assim acusá-l’O. Jesus disse ao homem que tinha a mão atrofiada: «Levanta-te e vem aqui para o meio». Depois perguntou-lhes: «Será permitido ao sábado fazer bem ou fazer mal, salvar a vida ou tirá-la?». Mas eles ficaram calados. Então, olhando-os com indignação e entristecido com a dureza dos seus corações, disse ao homem: «Estende a mão». Ele estendeu-a e a mão ficou curada. Os fariseus, porém, logo que saíram dali, reuniram-se com os herodianos para deliberarem como haviam de acabar com Ele.



Passo a Rezar

Catecismo da Igreja Católica

574. Desde o princípio do ministério público de Jesus, fariseus e partidários de Herodes, com sacerdotes e escribas, puseram-se de acordo para lhe dar a morte (338). Por alguns dos seus actos (expulsões de demónios (339); perdão dos pecados (340) curas em dia de sábado (341); interpretação original dos preceitos de pureza legal (342): trato familiar com publicanos e pecadores públicos (343), Jesus pareceu a alguns, mal intencionados, suspeito de possessão diabólica (344). Foi acusado de blasfémia (345) e de falso profetismo (346), crimes religiosos que a Lei castigava com a pena de morte por apedrejamento (347).

QUARTA-FEIRA, 23 de JANEIRO de 2019


 Saiba mais sobre a OCSSJ em www.santosepulcro-portugal.org

Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém
Rua do Alecrim, 72 - R/C Dt.º
1200-018 LISBOA - PORTUGAL
Telef: + 21-3426853 - Fax: + 21-3474350
e-mail: oessjp@sapo.pt ou ocssjp@sapo.pt

 


Evangelho do Dia 20190123

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Hebr 7, 1-3.15-17

«Tu és sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedec»

Nesta passagem afirma-se a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o dos sacerdotes da Antiga Aliança, o sacerdócio levítico; Melquisedec é um rei sacerdote, diferente dos sacerdotes da tribo de Levi, a tribo sacerdotal do Antigo Testamento. O silêncio da Sagrada Escritura sobre a sua origem e os seus descendentes faz pensar num sacerdócio eterno, que é aqui tomado como figura do sacerdócio de Cristo.

Leitura da Epístola aos Hebreus

Irmãos: Melquisedec, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, foi ao encontro de Abraão, quando este regressava vitorioso do combate contra os reis; ele abençoou Abraão e Abraão deu-lhe o dízimo de todos os despojos. O seu nome significa em primeiro lugar «rei de justiça», mas também «rei de Salém», isto é, «rei de paz». Aparece sem pai, nem mãe, nem genealogia, sem princípio de seus dias, nem fim da sua vida; semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. Assim se torna bem evidente que a perfeição não veio por meio do sacerdócio levítico, uma vez que, à semelhança de Melquisedec, surge outro sacerdote instituído, não em virtude de uma lei humana, mas por força de uma vida imortal. É d’Ele que se dá este testemunho: «Tu és sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedec».

 

EVANGELHO segundo São Marcos, 3, 1-6

«Será permitido ao sábado salvar a vida ou tirá-la?»

De novo, Jesus procura fazer compreender o sentido profundo das observâncias religiosas, particularmente do descanso do sábado. Mas, os que O observam e acusam não são bem intencionados, não os move o zelo sincero, mas o ódio. Por isso, eles nunca entenderão nem as palavras nem as acções do Senhor. São voluntariamente cegos. E é este o maior dos pecados.  

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Jesus entrou de novo na sinagoga, onde estava um homem com uma das mãos atrofiada. Os fariseus observavam Jesus para verem se Ele ia curá-lo ao sábado e poderem assim acusá-l’O. Jesus disse ao homem que tinha a mão atrofiada: «Levanta-te e vem aqui para o meio». Depois perguntou-lhes: «Será permitido ao sábado fazer bem ou fazer mal, salvar a vida ou tirá-la?». Mas eles ficaram calados. Então, olhando-os com indignação e entristecido com a dureza dos seus corações, disse ao homem: «Estende a mão». Ele estendeu-a e a mão ficou curada. Os fariseus, porém, logo que saíram dali, reuniram-se com os herodianos para deliberarem como haviam de acabar com Ele.



Passo a Rezar

Catecismo da Igreja Católica

574. Desde o princípio do ministério público de Jesus, fariseus e partidários de Herodes, com sacerdotes e escribas, puseram-se de acordo para lhe dar a morte (338). Por alguns dos seus actos (expulsões de demónios (339); perdão dos pecados (340) curas em dia de sábado (341); interpretação original dos preceitos de pureza legal (342): trato familiar com publicanos e pecadores públicos (343), Jesus pareceu a alguns, mal intencionados, suspeito de possessão diabólica (344). Foi acusado de blasfémia (345) e de falso profetismo (346), crimes religiosos que a Lei castigava com a pena de morte por apedrejamento (347).

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e sobre a Terra Santa, através do site da Lugar-Tenência de Portugal.

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